Vilém Flusser, Fractals, Mathematics and Modernism

|English|
I made the example above, the Mandelbrot Fractal, to exemplify this fantastic Vilém Flusser text, in which he speaks about a new imagination, withdraw from the book “Mundo Codificado” the text is dated from around 1990:

“An expressive example of this new purpose is offered by the images called ‘fractal equations’: these are copies of calculations to analyze systems extremely complex and ‘autonomous’ (lets say chaotic). This calculations results in unexpected images (informative, “beautiful”), and with it we can play almost infinitely. (…) The true intention is to search unexpected situations in a field of given possibilities. (…) Only when images are made from calculations, and not from circumstances (even when those circumstances are ‘abstracts’), the pure aesthetics (the pleasure in the game of ‘pure forms’) can unfold.”

Still on mathematics, another interesting example, but from a completely diferent nature. The short animation “The Dot and the Line: A Romance in Lower Mathematics” (1965) apresents a stright line who falls in love for a dot, but the dot only gives attention to a chaotic squiggle, here complexity appears from the transformations that the line can take. An emblematic phrase that the line say is: “‘Freedom is not a license for chaos,’ And right there and then he decided not to squander his talents on cheap exhibitionism.” (someone else sees the opposition modern x post-modern?)

Kurt GodelIn a free association, I remember of Kurt Godel, he said that we cannot prove that reality exist, if the person I am seeing in front of me exist, but we can prove that π exist, that the sum of the angles of a triangle is 180º, so for him a circle is more real (because it can be proved) than his wife.

|Português|
Fiz o exemplo acima, o fractal de Mandelbrot, para exemplificar este fantástico texto do Vilém Flusser em que ele fala sobre uma nova imaginação, retirado do livro “Mundo Codificado” o texto data de 1990:

“Um exemplo expressivo desse novo propósito é oferecido pelas imagens das chamadas ‘equações fractais’: trata-se de cópias de cálculos que analisam sistemas extraordinariamente complexos e ‘autônomos’ (digamos caóticos). Esses cálculos resultam em imagens inesperadas (informativas, “belas”), e com elas pode-se brincar quase infinitamente. (…) A verdadeira intenção é buscar situações inesperadas num campo de possibilidades dado. (…) Somente quando as imagens são feitas a partir de cálculos, e não de circunstâncias (mesmo que essas circunstâncias sejam bem ‘abstratas’), é que a ‘estética pura’ (o prazer no jogo com ‘formas puras’) pode se desdobrar.”

Ainda sobre matemática, outro exemplo interessante, mas de uma natureza completamente diferente. A animação “The Dot and the Line: A Romance in Lower Mathematics” (1965) apresenta uma linha reta que é apaixonada por um ponto, mas o ponto só dá atenção para o risco caótico, aqui a complexidade surge das transformações que a linha pode tomar. Uma frase emblemática que a linha fala no curta: “‘Liberdade não é uma licença para o caos’, e ali mesmo ele decidiu não desperdiçar seu talento com exibicionismo barato.” (mais alguém viu um uma oposição moderno X pós-moderno?)

Em uma associação livre, me lembro de Kurt Godel, ele dizia que não conseguimos provar se a realidade existe, se a pessoa que estou vendo a minha frente existe, mas conseguimos provar que π existe, que a soma dos lados de um triângulo é 180º, logo, para ele um circulo é mais real (porque é comprovável) do que a sua mulher.

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